como antes
Nódoas de vinho no vestido. Mesmo que sejam invisíveis. Sejam metáforas para a sobrevivência de mundos obscuros. Não se parte nada. Enfatiza-se o ligar à corrente. Ah! Estamos vivos da Silva!
Que maravilha!
Quase todos tiveram filhos de toda a espécie. Fossem palavras ou construções bem esgalhadas. Até poemas cheios de tuberculose.
É politicamente incorrecto nesta hora tardia.
É amanhã.
Lembro-me de outras ementas escritas a pedir luas cheias. Adolescência tardia, escrava da aldeola.
Sem vergonha da letra tosca e dos textinhos igualmente maus.
As historietas com bichos papões debaixo da cama.
Calmíssima para a festa.
Malcriada como a criada feita de papelão.
Faz falta.
Respira agora tudo o que te apetecer.
Respira.
Continua a respirar na próxima semana.
Tudo na mesma.
“Como sempre como antes”,
como diz o fadista.
Que maravilha!
Quase todos tiveram filhos de toda a espécie. Fossem palavras ou construções bem esgalhadas. Até poemas cheios de tuberculose.
É politicamente incorrecto nesta hora tardia.
É amanhã.
Lembro-me de outras ementas escritas a pedir luas cheias. Adolescência tardia, escrava da aldeola.
Sem vergonha da letra tosca e dos textinhos igualmente maus.
As historietas com bichos papões debaixo da cama.
Calmíssima para a festa.
Malcriada como a criada feita de papelão.
Faz falta.
Respira agora tudo o que te apetecer.
Respira.
Continua a respirar na próxima semana.
Tudo na mesma.
“Como sempre como antes”,
como diz o fadista.